Parceria no trabalho e Atendimento Personalizado fazem parte da minha essência!

A idéia deste Blog é conhecer um pouco mais sobre mim, o que eu faço e como estou conectado com o mercado, além de trazer a você sempre informações sobre marketing, publicidade e brand, ou seja, o que há de novo na minha área, fazendo assim com que você fique mais próximo do meu trabalho e se torne mais facil entender o que eu quero fazer por sua empresa.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Será que somos feirantes!!!

Lendo uma matéria publicada no portal Globonews no dia 08/02/2011, como o tema : Cliente decide quanto quer pagar por uma logomarca, onde o conteúdo da mesma fala sobre uma empresa que vende logos em sistema de concurso , me veio a pergunta será que agora somos feirantes, sem desmerecer a classe, mas simplesmente para traçar um paralelo, 1 logo por R$100,00 e 3 por R$250,00, pode vir freguesia; empresa bonita não paga mas também não leva...


Sou Publicitário de formação, não sou Designer, contudo estou finalizando minha Pós Graduação em Branding – Gestão de Marcas numa instituição conceituada onde os professores na verdade são profissionais de ponta do mercado, que nos levam além de seus conhecimentos acadêmicos também seu know-how. Dói muito ver esse tipo de comércio de guerrilha, ok, podemos dizer que se alguma empresa abriu esse mercado é por que tem um público que procura por esse tipo de serviço e garanto que não é o tipo de cliente que os verdadeiros Designers e profissionais de Branding precisam e querem para desenvolverem seus projetos, não estudamos cases de sucesso, nem aprendemos a trabalhar com conceitos e pesquisas a toa.

O que me deixa perplexo são esses “profissionais” tentando uma colocação no mercado de uma forma errônea, sem nenhum embasamento para desenvolver marcas, apenas criando por acaso “loginhos bonitos” para encher seus portfólios, pessoas que não estudam para entender o mercado em que o cliente está inserido, seu público, suas necessidades e sua história, achando que estão desenvolvendo um projeto sério, e com conteúdo.

Esse tipo de profissional que vende seu “conhecimento” por valores medíocres sempre existiram aqui e em qualquer outro lugar do mundo, o que me preocupa é onde o profissional quer chegar...

Aos profissionais de Branding e Designers que estão sempre preocupados em se atualizar, absorver mais e mais informações deixo aqui meus parabéns, pois com toda certeza esses mais de 7mil “designers” cadastrados no site desta empresa nunca chegaram a atrapalhar ou incomodar-nos, pois sei que estaremos sempre oferecendo projetos com conteúdo e atingindo se não em sua totalidade mas próximo disso as expectativas e anseios de nossos clientes.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O Sucesso consiste em não fazer Inimigos


O Sucesso consiste em não fazer Inimigos

Por: Max Gehringer (*)
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:

Regra número 1:


Colegas passam, mas inimigos são para sempre.
A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano.
Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.

Regra número 2:


A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3:


Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo.
Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos.
Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho; Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!

Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos.
Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.

"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem conseqüências."

(*) Max Gehringer - Administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial, nos prestigia com mais um artigo brilhante.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Empresas criam blogs para divulgar suas marcas na internet

Ferramenta tem sido considerada tão importante como as redes sociais Twitter e Facebook; produção passou a ser terceirizada
Aiana Freitas - O Estado de S.Paulo

No início do mês, dezenas de consumidoras tiveram seus nomes incluídos numa lista de espera para comprar um tamanco da marca Corello, tamanha foi a procura pelo modelo após o lançamento. O inusitado dessa história não é o sucesso da venda em si, mas o fato de o produto ter sido lançado em um blog, ferramenta que começa a ser usada pelas empresas no Brasil como espaço de divulgação de marcas.
Diante do alcance e da amplitude que uma informação divulgada no blog pode ter, eles têm se tornado tão importantes para algumas empresas como as redes sociais, como o Twitter e o Facebook. A produção, no início quase amadora, passou a ser terceirizada: equipes de jornalistas, designers e publicitários fazem o conteúdo. O objetivo é tornar o site complementar aos anúncios tradicionais, veiculados em mídia impressa ou na TV, e permitir a interação com o público.
A Corello criou o seu há três anos. Além de mostrar as novidades da marca, o "Pé na Moda" traz entrevistas e reportagens relacionadas ao universo feminino e conta 2 mil acessos diários. "O blog se tornou uma ferramenta indispensável para a marca. Ele fideliza as clientes e serve como complemento de um plano geral de mídia", afirma Alice Ferraz, diretora criativa da agência de propaganda Ferraz Inteligência de Moda, que desenvolveu o projeto. A agência já criou blogs também para marcas como Le Postiche, Costume, Lita Mortari e Arno. "Para dar certo, o blog precisa ter informação relevante para o público daquela marca, e não fazer apenas autopromoção."
Branding. O blog também pode ajudar a construir ou modificar a imagem que uma marca tem para o mercado e para o público. A marca de lingeries Hope, que passa por um processo de desindustrialização com foco no varejo, criou o "Loucas por lingerie" em julho. "Já tínhamos um trabalho com blogueiras de moda que divulgavam nosso trabalho. Decidimos criar o nosso porque consideramos que é uma ferramenta de branding muito interessante, que permite um retorno muito rápido das consumidoras", afirma Sandra Chayo, gerente de marketing da empresa. O blog acumula cerca de 25 mil acessos por mês.
Desde o ano passado, a C&A mantém o blog "Tá na vitrine, tá na C&A". "O blog foi a primeira ferramenta de redes sociais da marca. O retorno é excelente. É uma forma de estar perto do público, transmitir informação de moda e mostrar conteúdos e produtos da empresa", diz o diretor de marketing, Élio França.
A tendência, ainda restrita ao mundo da moda, começou a ser amplificada pela indústria de esmaltes. As empresas do setor perceberam que poderiam gastar pouco e ter muita publicidade com a divulgação de seus lançamentos, em primeira mão, para blogs que tratam do assunto. O resultado é que hoje muitas delas, como Risqué e Mohda, têm os seus próprios endereços.

material extraído do site do estadão
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100927/not_imp615711,0.php

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Conteúdo de marca ganha espaço em ações de marketing

Agência Selulloid aposta em projetos que dialoguem com consumidores de forma interativa e relevante

Rio de Janeiro - Se o comportamento do consumidor mudou. As estratégias de marketing também mudaram. A internet e as experiências são hoje os balisadores do planejamento junto com o conteúdo de marca. Ao perceber este movimento, a Selulloid iniciou um processo de reinvenção e evolução de seus projetos como a criação da plataforma interativa para Oi TV, aplicativos de celular com conteúdo de futebol e para o lançamento da marca Carbonic no Brasil
Os novos rumos dos projetos do mercado de agências como a Selulloid se baseiam no know-how adquirido em estratégias de branded content e na força atual da internet, principalmente em canais como redes sociais e mobile. O diferencial do conteúdo de marca é funcionar como informação e ir além, oferecendo também entretenimento, conhecimento e interatividade.
Estratégia multiplataforma é a definição mais próxima destas ações. "Transformar a comunicação em serviço traz utilidade. O nosso maior desafio é manter o grau de utilidade da comunicação", explica Flavio Rozemblatt, diretor geral da Selulloid, em entrevista.
Conteúdo x canal
Nos projetos de conteúdo de marca, o canal é o que menos importa. iPhone, iPad, smarthphones, notebooks... Seja qual for o aparelho, o que se espera são informações relevantes e que acrescentem de forma util no dia a dia do consumidor. É o que faz a Oi. A operadora lançou um portal multiplataforma que receberá branded content criuado por internautas.
O portal Oi TV iniciou o projeto Pitching Oi TV 2010 onde os internautas podem criar e inserir planos para marcas inseridos no conceito de que é preciso oferecer conteúdo para envolver o consumidor com a marca e seus produtos. "Mesmo com uma representatividade ainda pequena no mercado, o Oi TV está a dois anos colhendo ideias para criar o site multiplataforma", afirma Gustavo Guimarães, gerente de operações da agência e um dos responsáveis pelo projeto Oi TV, ao site.
A Oi sempre entendeu a visão do branded content ao enxergar a necessidade de ter uma plataforma de conteúdo que envolve a Revista Oi e o portal Mundo Oi. "Trabalhamos os projetos de branded content com base no tripé conteúdo, interatividade e mobile. Nosso objetivo não é mais fazer 10 mil conhecerem a marca, e sim 50 mil falarem dela", diz Guilherme Caldeira, diretor de inovação e novos negócios da Selulloid, em entrevista ao site.
Gerenciando conteúdo
Entre os projetos da Selulloid nos moldes de conteúdo de marca, a agência trabalha com a gestão deste conteúdo. O grande desafio é gerir as informações fornecidas pelo consumidor, fazendo com que elas sejam positivas para a empresa. "Sai o plano de mídia para entrar o plano de negócios. A criação deste universo de conteúdo, de serviço e de entretenimento fica disponível em qualquer lugar e a qualquer hora", ressalta Rozemblatt.
O caminho que leva o consumidor para a marca precisa ser atrativo e de mão dupla, com diálogo e liberdade para as escolhas. Por isso, a Oi oferece conteúdo relevante para que haja a proatividade do internauta em acessar a marca por meio do conteúdo oferecido. Para que isto aconteça, é necessário criar um contexto de ambiente propício para que esse conteúdo seja desenvolvido. "Os planos de comunicação devem contar cada vez mais com o conteúdo como estratégia", avalia o diretor geral da Selulloid.
Dentro deste conceito, a agência desenvolveu em parceria com o Blog do Rica Perrone e a Sync Mobile! o aplicativo Pitaco. Lá os internautas e usuários mobile podem sugerir o resultado de jogos de futebol e ainda receber informações sobre o seu clube de coração e promoções em lojas parceiras como a Liga Retrô. O objetivo do aplicativco é oferecer um modelo para o mercado baseado em entretenimento, conteúdo agregado, prestação de serviço e interatividade.
Outros cases
"Já planejamos integrar jogos internacionais e outros esportes ao aplicativo. Outras metas são aumentar a premiação, oferecer mais conteúdo como o alerta de gols. Queremos que esta plataforma possa se transformar em um midia interessante para marcas ligadas ao futebol", conta Guilherme Caldeira.
Na mesma estratégia será feita a plataforma para a Carbonic, rede de loja nacional voltada para suplementação e complementação alimentar. O objetivo deste projeto é desenvolver uma estratégia para que a marca não seja associada à imagem de homens fortes, de academia. "O desafio é desmistificar o consumo destes produtos com base em conteúdo e não só com declarações de profissionais", acredita Rozemblatt.
A estratégia baseada em conteúdo de marca se encaixa em qualquer segmento, com variação apenas em seu formato. Para trabalhar Baby Care na Carbonic, a Selulloid realizou uma pesqusia que indicou que a busca por conteúdo feito pelas mães pode ser de até três anos. Depende da quantidade de informações que o consumidor precisda obter para fazer a compra certa. "Em outros segmentos a busca de conteúdo é pontual. O setor automotivo, por exemplo, já que carro não se compra a toda a hora", completa Caldeira.

material extraído do portal exame
http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/conteudo-marca-ganha-espaco-acoes-marketing-598108.html

Coca-Cola é a marca mais valiosa do mundo em 2010

    Latas de coca-cola
    Coca-Cola: à frente da IBM, Microsoft e Google, marca vale mais de 70 bilhões de dólares

    São Paulo - A Coca-Cola continua sendo a marca mais valiosa do mundo, segundo o ranking da Interbrand. Valendo US$ 70,452 bilhões, ela está à frente da IBM, Microsoft, Google, GE, McDonald’s, Intel, Nokia, Disney e HP, as dez maiores em 2010. Há vários destaques no levantando deste ano. O maior é o crescimento da marca da Apple em 37%, calculada em US$ 21,143 bilhões, o que a coloca como a 17º de maior valor.
    O Google ficou um ponto percentual atrás do crescimento da empresa de Steve Jobs, com aumento de 36% no valor, chegando a US$ 43,557. Em 2008, a mesma marca era cotada a US$ 25,590 pela Interbrand. A grande decepção do ano ficou por conta da Harley Davidson. A marca lendária de motos foi a que apresentou a maior queda, 24%, calculada em US$ 3,281.Nenhuma marca brasileira figura no ranking, pois nenhuma tem atuação global de acordo com os parâmetros da Interbrand. Algumas mundiais aparecem pela primeira vez este ano. São elas Sprite (61º), Santander (68º), Barclays (74º), Jack Daniels (78º), Credit Suisse (80º), Corona (85º), 3M (90º), Johnnie Walker (92º) e Heineken (93º).
    O sobe e desce no ranking foi intenso também para outras marcas. A Blackberry passou a valer US$ 6,762 bilhões, com crescimento de 32%, saltando da 63ª posição para a de número 54. J.P Morgan aumentou o seu valor em 29%, com US$ 12,314 bi, e a Allianz cresceu 28%, valendo agora US$ 4,904 bi. Outra marca do segmento financeiro que aparece entre as que mais tiveram seu valor aumentado foi a Visa, crescendo 26%, calculada em US$ 3,998 bilhões.
    Já as quedas foram acentuadas para a Toyota, que perdeu 16% de seu valor (US$ 26,192 bi); para a Nokia, com menos 15% (US$ 29,495 bi); para a Dell, com menos 14%, cotada a US$ 8,880 bi; Citi, com queda de 13%, passando a valer US$ 8,887 bi; e UBS, também com menos 13% de valor de marca (US$ 3,821 bi).

    materia extraída do portal exame

    http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/coca-cola-marca-mais-valiosa-mundo-2010-apple-mais-valorizou-596659.html