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A idéia deste Blog é conhecer um pouco mais sobre mim, o que eu faço e como estou conectado com o mercado, além de trazer a você sempre informações sobre marketing, publicidade e brand, ou seja, o que há de novo na minha área, fazendo assim com que você fique mais próximo do meu trabalho e se torne mais facil entender o que eu quero fazer por sua empresa.
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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Beleza estética na embalagem é VALOR, não futilidade!

A beleza estética do design é o principal fator de atração e convencimento para conquistar o consumidor
Por Fabio Mestriner, do Mundo do Marketing | 05/05/2010
mkt@mundodomarketing.com.br

Por Fabio Mestriner*

Por incrível que possa parecer, ainda existem pessoas que acreditam que a beleza estética é algo que pertençe ao universo da vaidade e das coisas fúteis, não representando em si um valor autêntico, mas uma coisa que é, sob muitos aspectos, negativa em sua essência. Não haveria problema algum neste tipo de visão se ela não fosse compartilhada e aceita por profissionais responsáveis por conduzir seus produtos num mercado onde a beleza desempenha um papel preponderante.

Profissionais e especialistas não podem ter visão semelhante a de leigos que são facilmente levados pelo senso comum e pelo moralismo virtuoso que nega o valor da beleza por considerá-la algo distante dos verdadeiros valores morais da sociedade. Ao contrário do que acreditam estes leigos, uma pesquisa do Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE revelou que a beleza estética do design é o principal fator de atração e convencimento que ela dispõe para conquistar o consumidor.

Esta pesquisa e os estudos realizados pelo Comitê foram publicados num documento intitulado: “Diretrizes Estratégicas para a Indústria de Embalagem” cujo objetivo é orientar os associados da entidade a proceder de forma condizente com a importância que cada aspecto tem para o desempenho de seu negócio.

O Foco deste estudo era entender como é composto o valor da embalagem, como ele se manifesta e como é percebido pelos vários elos da cadeia. A conclusão deste estudo indicou que o valor da embalagem “É aquilo que o consumidor percebe e aceita pagar por ele”. Concluiu também que o consumidor não separa a embalagem de seu conteúdo e que, para ele, os dois constituem uma única entidade, indivisível. A beleza estética é um componente fundamental desta entidade e dela não pode ser excluída.

A embalagem interage com o consumidor no ponto-de-venda em confronto direto com suas concorrentes. Nesta situação, a embalagem precisa atrair o consumidor, conquistar sua atenção, despertar seu desejo de compra e conquistar sua preferência, em poucos segundos de tempo e não pode de forma alguma ser feia ou inexpressiva para conseguir isso.

O feio vende-se mal, conforme descobriu em seus primórdios a revolução industrial, que viu a abundância de produtos introduzir a competição de mercado. Neste cenário, novo até então, pois antes da indústria os produtos eram feitos a mão em número muito reduzido, a beleza surgiu como o fator capaz de encantar o consumidor tornando os produtos mais desejáveis.

A partir desta constatação, os produtos mais bonitos e atraentes dominaram o mercado impondo sua estética aos seguidores que aderiram a nova linguagem ajudando assim a consolidar o modelo que temos hoje. Quando falamos da beleza das embalagens, estamos na verdade falando de forma, cor e imagem.

A beleza, portanto, é um componente fundamental no desempenho competitivo, um valor que o consumidor reconhece e que faz com que ele aceite pagar mais por um produto que incorpora estas características. Quem é profissional responsável por embalagens em uma empresa deve visitar constantemente o ponto-de-venda e verificar como estão posicionados seus produtos frente à concorrência. É preciso dirigir a si mesmo de frente para as gôndolas, a seguinte pergunta: “As embalagens dos meus produtos são inferiores as embalagens dos meus concorrentes?”.

Se ao responder de forma sincera esta pergunta a resposta for positiva, você está diante de um problema / oportunidade. Problema, se esta situação permanecer, pois como o consumidor não separa a embalagem do seu conteúdo, para ele se a embalagem é inferior, o produto também é. Neste caso, sua única alternativa é vender mais barato. Oportunidade, se ao constatar esta situação você decidir agir para tornar suas embalagens mais bonitas e atraentes que as da concorrência.

Afinal, como vimos, a beleza é um valor que o consumidor reconhece e as empresas conscientes disso podem fazer com que ela trabalhe a favor de seus produtos. Como diria Vinícios de Moraes, as embalagens feias que nos desculpem, mas beleza é fundamental.

* Fabio Mestriner é Professor Coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem ESPM, Professor do Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Embalagem da Escola de Engenharia Mauá, Coordenador do Comitê de estudos estratégicos da ABRE e Autor dos livros: Design de Embalagem Curso Avançado e Gestão Estratégica de Embalagem.

Beleza estética na embalagem é VALOR, não futilidade!

A beleza estética do design é o principal fator de atração e convencimento para conquistar o consumidor
Por Fabio Mestriner, do Mundo do Marketing | 05/05/2010
mkt@mundodomarketing.com.br

Por Fabio Mestriner*

Por incrível que possa parecer, ainda existem pessoas que acreditam que a beleza estética é algo que pertençe ao universo da vaidade e das coisas fúteis, não representando em si um valor autêntico, mas uma coisa que é, sob muitos aspectos, negativa em sua essência. Não haveria problema algum neste tipo de visão se ela não fosse compartilhada e aceita por profissionais responsáveis por conduzir seus produtos num mercado onde a beleza desempenha um papel preponderante.

Profissionais e especialistas não podem ter visão semelhante a de leigos que são facilmente levados pelo senso comum e pelo moralismo virtuoso que nega o valor da beleza por considerá-la algo distante dos verdadeiros valores morais da sociedade. Ao contrário do que acreditam estes leigos, uma pesquisa do Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE revelou que a beleza estética do design é o principal fator de atração e convencimento que ela dispõe para conquistar o consumidor.

Esta pesquisa e os estudos realizados pelo Comitê foram publicados num documento intitulado: “Diretrizes Estratégicas para a Indústria de Embalagem” cujo objetivo é orientar os associados da entidade a proceder de forma condizente com a importância que cada aspecto tem para o desempenho de seu negócio.

O Foco deste estudo era entender como é composto o valor da embalagem, como ele se manifesta e como é percebido pelos vários elos da cadeia. A conclusão deste estudo indicou que o valor da embalagem “É aquilo que o consumidor percebe e aceita pagar por ele”. Concluiu também que o consumidor não separa a embalagem de seu conteúdo e que, para ele, os dois constituem uma única entidade, indivisível. A beleza estética é um componente fundamental desta entidade e dela não pode ser excluída.

A embalagem interage com o consumidor no ponto-de-venda em confronto direto com suas concorrentes. Nesta situação, a embalagem precisa atrair o consumidor, conquistar sua atenção, despertar seu desejo de compra e conquistar sua preferência, em poucos segundos de tempo e não pode de forma alguma ser feia ou inexpressiva para conseguir isso.

O feio vende-se mal, conforme descobriu em seus primórdios a revolução industrial, que viu a abundância de produtos introduzir a competição de mercado. Neste cenário, novo até então, pois antes da indústria os produtos eram feitos a mão em número muito reduzido, a beleza surgiu como o fator capaz de encantar o consumidor tornando os produtos mais desejáveis.

A partir desta constatação, os produtos mais bonitos e atraentes dominaram o mercado impondo sua estética aos seguidores que aderiram a nova linguagem ajudando assim a consolidar o modelo que temos hoje. Quando falamos da beleza das embalagens, estamos na verdade falando de forma, cor e imagem.

A beleza, portanto, é um componente fundamental no desempenho competitivo, um valor que o consumidor reconhece e que faz com que ele aceite pagar mais por um produto que incorpora estas características. Quem é profissional responsável por embalagens em uma empresa deve visitar constantemente o ponto-de-venda e verificar como estão posicionados seus produtos frente à concorrência. É preciso dirigir a si mesmo de frente para as gôndolas, a seguinte pergunta: “As embalagens dos meus produtos são inferiores as embalagens dos meus concorrentes?”.

Se ao responder de forma sincera esta pergunta a resposta for positiva, você está diante de um problema / oportunidade. Problema, se esta situação permanecer, pois como o consumidor não separa a embalagem do seu conteúdo, para ele se a embalagem é inferior, o produto também é. Neste caso, sua única alternativa é vender mais barato. Oportunidade, se ao constatar esta situação você decidir agir para tornar suas embalagens mais bonitas e atraentes que as da concorrência.

Afinal, como vimos, a beleza é um valor que o consumidor reconhece e as empresas conscientes disso podem fazer com que ela trabalhe a favor de seus produtos. Como diria Vinícios de Moraes, as embalagens feias que nos desculpem, mas beleza é fundamental.

* Fabio Mestriner é Professor Coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem ESPM, Professor do Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Embalagem da Escola de Engenharia Mauá, Coordenador do Comitê de estudos estratégicos da ABRE e Autor dos livros: Design de Embalagem Curso Avançado e Gestão Estratégica de Embalagem.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Como voar no Twitter - sua empresa pode tirar proveito disso

A sua empresa pode tirar proveito da rede social do pássaro azul — tudo em 140 caracteres por mensagem


  Divulgação

Em apenas quatro anos de existência, a rede social Twitter teve sua história marcada pelo crescimento vertiginoso de seus usuários. Segundo a empresa de pesquisa eMarketer, 2009 terminou com 18 milhões de usuários ativos somente nos Estados Unidos, e a previsão é de 26 milhões até o fim de 2010. O Brasil é o segundo país com o maior número de participantes na rede social (8%) e o terceiro com maior número de tweets (as mensagens de até 140 caracteres) enviados, segundo o instituto Sysomos, que analisou 13 milhões de usuários ativos do Twitter entre 16 de outubro e 16 de dezembro de 2009.

Uma ferramenta de alcance tão amplo como essa deve ser sempre levada em consideração para conquistar e manter clientes. Engana-se, porém, quem acha que ela funciona para qualquer negócio. Abaixo, algumas dicas para saber se você precisa mesmo do pássaro azul e como usá-lo de forma produtiva.

 PARA DEFINIR O SEU PERFIL
1. Se o público que você quer atingir não utilizar o Twitter ou a internet corriqueiramente, vai ser difícil suas ações terem algum efeito. “O empreendedor precisa se perguntar se as pessoas que utilizam os serviços dele vão aderir a essa estratégia”, afirma Tiago Fachini, gerente de mídias sociais da agência A2C. “Nem toda empresa precisa entrar no Twitter.”
2. Se a reposta for positiva, defina como se comportar e como deseja ser visto pelos seguidores do seu perfil empresarial, além, claro, do que você quer alcançar com ele. “O Twitter funciona para construir a identidade digital do negócio”, diz Diogo Cardoso, coordenador de planejamento em mídias sociais da Agência Idéia S/A.
3. Definida a imagem da empresa, entenda que os resultados podem demorar a aparecer. Será preciso ter pessoas dedicadas a cuidar da conta na rede social. “Iniciativas no Twitter muitas vezes acabam se tornando bolhas. Os empreendedores fazem poucas atualizações e, no final, abandonam o perfil”, diz Fachini.

 PEQUENO MANUAL DE ETIQUETA
1. Depois de abrir sua conta, não se empolgue e saia adicionando pessoas aleatoriamente. “Procure se relacionar com quem você já fez contato ou com pessoas que tenham alguma relação com o universo de sua empresa”, afirma Cardoso. E vá devagar, para não parecer que seu perfil é algum tipo de spammer.
2. Não deixe de lado o uso do bom português, só porque as mensagens são curtas. As reduções — como “vc” ou “pq” — são até válidas, mas assassinar a ortografia, não. “Você deve evitar que sua empresa se torne moda na rede pelos motivos errados”, diz Cardoso.
3. Faça uma pesquisa sobre como vai alaborar suas atualizações e em que espaço de tempo. Se há muito conteúdo para passar, programe suas publicações com intervalos para não sobrecarregar seus seguidores — que podem ficar aborrecidos e desistir de seguir seu perfil. E sempre envie mensagens com informações relevantes.
4. Por último, não deixe de interagir com seus seguidores, usando a ferramenta para agradecer ou tirar dúvidas. “A humanização da ferramenta é muito importante. As pessoas perdem o interesse se a atualização é meramente mecânica”, afirma Cardoso.

 O QUE É POSSÍVEL FAZER
1. O pássaro azul pode ser um eficiente — e barato — canal de comunicação. Uma das ações mais utilizadas atualmente é fazer promoções por meio de retwittes: seguidores só participam se reproduzirem no seu perfil uma determinada mensagem. A loja virtual de camisetas Camiseteria, por exemplo, prometeu distribuir os novos Apple iPads como prêmio entre os que seguem o seu perfil. As chances de o concorrente ganhar aumentam se ele retwittar o concurso. “Divulgue a promoção entre os seus seguidores no Twitter. Se um deles for o sortudo que ganhar o Apple iPad, você ainda terá outra chance de ganhar como sendo seguidor do seu seguidor!”, anuncia. Estratégias como essa ajudam a propagar a marca entre pessoas que não conhecem ou não seguem a conta.
2. Divulgar novos produtos e serviços também é uma ação comum. Mas colocar apenas o nome, uma breve descrição e um link pode parecer oportunista para os seguidores. “Dê dicas de utilização, de manutenção ou assuntos que se relacionem ao que você está divulgando”, afirma Fachini.
3. Para aumentar a participação de quem acompanha seu perfil, faça enquetes e pesquisas rápidas de opinião. Ofereça para seguidores influentes a chance de testar algum produto ou serviço novo, para que depois divulguem entre amigos o que acharam. E não deixe de integrar a conta no Twitter à sua página na internet.
 Fonte: Revista PEGN

terça-feira, 13 de abril de 2010

Internet se torna a 3ª maior mídia do mundo


A Internet iniciou uma maré de sorte: na semana passada, ela ultrapassou as revistas em faturamento publicitário e chegou ao posto de terceira maior mídia em escala global.
O estudo, feito pela Zenith Optimedia, mostra que a internet conquistou US$55 milhões em todo o mundo, sendo 12,6% da verba publicitária do planeta.
Já no início de 2010, a Internet ultrapassou a marca de 0,9% prevista para o ano, crescendo 2,2%.
A pesquisa aponta que a web está se aproximando dos jornais (2º lugar no ranking) e da televisão (1º lugar), registrando faturamento publicitário de 39,4% e 23,1%, respectivamente. As revistas caíram para o quarto lugar, com 10,3%.
Há previsão de crescimento no faturamento publicitário das três mídias para 2012, onde a internet atingirá 17,1%, os jornais, 19,4% e a televisão, 40,6%.

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/digital_news

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Guru de empreendedores

Guru de empreendedores
A Endeavor coloca à disposição de novos empresários a experiência de executivos bem-sucedidos. Conheça a história de duas empresas que começaram a receber o apoio da Endeavor este ano
Por Lilian Sobral

Sentar numa mesa com presidentes de grandes empresas e discutir estratégia de negócios parece algo que só executivos com muitos anos de carreira fazem. Mas a Endeavor, uma organização mundial de apoio ao empreendedorismo, percebeu que a experiência de grandes empresários pode guiar novos negócios para o sucesso.



Para que isso aconteça, o instituto coloca à disposição de empreendedores a consultoria de grandes figuras empresariais. Só para citar alguns nomes, entre os mentores estão Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira, Fábio Barbosa e Emílio Odebrecht.

Mas trocar ideias e pedir ajuda a estes nomes exige empenho. O processo seletivo da Endeavor é longo e difícil. A aprovação de um participante deve ser unânime. Se apenas um dos 37 mentores fixos disser não, ele está fora. Mas há empreendedores que conseguiram o sinal verde. Hoje no Brasil, a organização apóia 81 jovens de 45 empresas. Conheça a seguir a história de duas empresas que foram aprovadas recentemente para este seleto time.

Minha Vida – portal de saúde e bem estar
Minha Vida
Daniel Wjuniski, um dos sócios e idealizadores do Minha Vida

O site Minha Vida, dos sócios Roberto Lifschitz, Daniel Wjuniski e Fernando Ortenblad, começou em 2004. No início, chamava-se Dieta e Saúde. “Nós já trabalhávamos com internet e começamos a perceber que as pessoas começavam a se preocupar mais com seu próprio bem estar”, diz Wjuniski.

A ideia do site veio da própria experiência de Wjuniski. “Luto contra a balança desde pequeno. Eu já sabia que quando você faz um tratamento médico, vai ao consultório uma vez por mês e fica sem apoio durante todo este intervalo, é difícil manter a disciplina. Por isso, decidimos montar o Dieta e Saúde”.

Na primeira versão do portal, a empresa oferecia serviços para ajudar no emagrecimento, como conselhos de nutricionistas. Em 2006 surgirão novos acordos e patrocínios, o conteúdo foi ampliado e o endereço rebatizado de Minha Vida.

Hoje, o site com cerca de 50 funcionários, tem uma área editorial dedicada a informações e matérias sobre bem estar e saúde. De todo o conteúdo, 95% é gratuito. Mas há uma área restrita, dedicada à dieta, onde o acesso é cobrado. Este sistema de assinatura responde por 50% da receita da empresa. O restante vem de publicidade.

Com uma base de 8 milhões de cadastrados, a audiência do site já chega a cinco milhões de acessos mensais, com crescimento na base de 100% ao ano. O público, 70% feminino, é das classes A, B e C.

Reprodução Internet
A estratégia: site com fonte de receita diversificada

A empresa e a Endeavor

O que fez a Endeavor apostar no Minha Vida foi, principalmente, a alternativa à publicidade como fonte de receita. “O portal oferecia uma outra fonte grande de renda, que são as assinaturas. Isto não é muito comum no setor de tecnologia, que, geralmente, depende basicamente de propaganda”, diz Letícia Queiroz, gerente de busca e seleção da Endeavor, que acompanhou de perto o processo seletivo do portal Minha Vida.

O sócio Daniel Wjuniski diz que a Endeavor já ajudou muito com workshops, onde colocou o empresário frente a frente com executivos bem-sucedidos para perguntar o que quisesse. “Eu classificaria a Endeavor como um grande terapeuta para a empresa”, diz. Além dos conselhos dos mentores, o Minha Vida se vale da Endeavor para tarefas mais burocráticas como a indicação de um advogado tributarista ou a consultoria na implantação de uma política de remuneração variável.

Matéria extraída da internet : Revista Época Negócios

sexta-feira, 19 de março de 2010

É melhor ser um empreendedor ou um executivo?

Novo livro de Francisco Britto, que já passou pelas duas experiências, compara prós e contras de cada função

Da redação
“Se você quer ter uma vida tranquila, não seja um empreendedor”. A afirmação é de Tales Andreassi, coordenador do centro de empreendedorismo e novos negócios da Fundação Getulio Vargas. De acordo com ele, o empreendedor é quem sempre está à procura de novas oportunidades no mercado, quem inova e, por isso, tem uma vida bem mais agitada. “Empreendedorismo significa trabalho duro”, diz ele.
Um executivo, porém, pode dar outro olhar à questão. Quem nunca ficou frustrado, para não dizer irritado, de ter sua criatividade e liberdade tolhidas por um chefe antiquado e dominador? Ser o próprio chefe é sonho de muitos funcionários, mesmo que tenham de trabalhar a mais para conquistar essa liberdade. Qual seria a melhor escolha?
Foi pensando nessa diferença de funções que o professor, consultor e palestrante Francisco Britto resolveu escrever um livro sobre o assunto. “Essa sempre foi uma dúvida minha. Já fui executivo e empreendedor e, até hoje, me sinto dividido, atraído pelas duas realidades”, diz ele.
Durante quase seis meses, Britto falou com executivos de sucesso, empreendedores estabelecidos, “headhunters”, psicólogos, astrólogos e numerólogos. Ouviu uma infinidade de depoimentos que se mostraram mais adeptos do caminho executivo ou do empreendedor e defenderam seus ideais baseados na mais pura experiência. Descobriu também uma grande intersecção entre as duas vias.
O livro “Empreendedor ou executivo. Quem nasceu pra quê?”, publicado pela editora Da Boa Prosa, terá festa de lançamento no dia 23 de março, às 19 horas, no Museu da Casa Brasileira (Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705, Pinheiros - são Paulo, SP). O livro tem 200 páginas e o preço sugerido é de R$ 42.

materia extraída do site Ppequenas Empresas& Grandes Negócios 19/03/2010