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terça-feira, 9 de março de 2010

Podcasts - Você S/A - Avatar x carreira

 

Por Rosana Tanus / 09/03/2010
A jornalista Rosana Tanus analisa o filme Avatar e comenta as relações entre carreira e o longa ganhador de três Oscar

Confiança do consumidor de SP cai 1,5% em março

Economista da Fecomercio afirma que pode não haver "espaço para grandes altas do índice no curto prazo"

Da Agência Estado
Após três meses em alta, a confiança do consumidor paulistano recuou em março. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), divulgado mensalmente pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), caiu 1,5% ante fevereiro, de 159 para 156,7 pontos. A última vez que o ICC caiu foi em novembro de 2009 (-0,7%). Em relação a março de 2009, o ICC subiu 22,2%. O índice vai de zero a 200 pontos e indica pessimismo abaixo de 100 pontos e otimismo acima desse nível.
Os analistas da Fecomercio-SP atribuem a queda em março à insegurança dos consumidores diante dos últimos reajustes de preços. Na primeira semana de março, por exemplo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe registrou alta de 1,20% no grupo alimentação. "É uma oscilação natural da confiança, uma vez que ajustes mais fortes se deram recentemente", minimizou o economista Thiago Freitas, da Fecomercio-SP. "Mas é razoável imaginar que não há espaço para grandes altas do ICC no curto prazo."
O ICC da Fecomercio-SP é composto por dois subíndices: ICEA (Índice das Condições Econômicas Atuais) e IEC (Índice de Expectativas do Consumidor). O primeiro registrou em março queda de 1%, chegando a 157 pontos. O segmento que mais influenciou o resultado foi o de consumidores com 35 anos ou mais, que apresentou variação negativa de 1,9%. Apenas os consumidores com renda superior a 10 salários mínimos demonstraram percepções positivas em suas avaliações, atingido o patamar de 170,5 pontos, alta de 0,7%.
Em paralelo, o IEC apresentou queda de 1,9%, atingindo 155,3 pontos - o menor patamar atingido pelo índice desde setembro de 2009, quando chegou aos 149,5 pontos.
O indicador é apurado mensalmente pela Fecomercio-SP desde 1994. São ouvidos 2.100 consumidores no município de São Paulo. O objetivo da pesquisa é identificar o sentimento dos consumidores levando em conta suas condições econômicas atuais e as expectativas quanto à situação econômica futura. Os dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade.

Hypermarcas anuncia mais uma aquisição, no setor farmacêutico, por R$ 52 mi

08/03/2010 - 21h04

da Folha Online


Depois de anunciar no domingo a aquisição de mais duas empresas do ramo de higiene (York e Facilit), a Hypermarcas divulgou nesta segunda-feira que assinou memorando de entendimentos para a aquisição da farmacêutica Luper. 

O preço a ser pago pela aquisição de 100% do capital da empresa, que detém as marcas "Gastrol", "Virilon", "Dramavit", "Blumel" e "Senareti", entre outras, é estimado em R$ 52,16 milhões, segundo comunicado ao mercado divulgado pela Hypermarcas. A quantia será paga em seis parcelas, a primeira de 60% do total e o restante em cinco parcelas iguais, anuais e sucessivas, ajustadas pela variação do CDI. O negócio inclui uma planta industrial em São Paulo. 



A Luper, de acordo com seu demonstrativo de resultados não auditado para o exercício de 2009, registrou no ano passado receita bruta de R$ 44,6 milhões. O comunicado afirma que o fechamento do negócio deve acontecer quando as condições estabelecidas no memorando forem cumpridas --o que inclui uma auditoria nas contas da Luper. 

"A aquisição vem ao encontro dos objetivos estratégicos da companhia de aquisições de marcas e ativos no setor de medicamentos, complementando, assim, seu portfólio de similares e produtos isentos de prescrição médica", afirma a Hypermarcas no texto. 

Estratégia
 
No domingo, a gigante do setor de consumo anunciou que pagou R$ 100 milhões pela York e R$ 79 milhões pela Facilit, totalizando R$ 179 milhões. Os valores poderão mudar após o processo de auditoria, cujo prazo para ser concluído não foi divulgado. 

Juntas, as duas empresas compradas tiveram em 2009 uma receita líquida de R$ 126 milhões.
Na sexta-feira, a companhia já havia divulgado a compra da fabricante de fraldas descartáveis Sapeka, por uma parcela inicial de R$ 225 milhões, além de repassar 6,784 milhões de ações ordinárias (com restrição de venda por seis anos). No pregão de hoje, o papel foi negociado por R$ 22,30 na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). 

Se consideradas essas últimas aquisições, a Hypermarcas acumula 30 compras em nove anos de operação. Apenas no segundo semestre de 2009, a companhia adquiriu a Hydrogen, de produtos de higiene infantil, as marcas de fraldas Pom Pom e BigFral, as fabricantes de preservativos Inal e Jontex, além do laboratório Neo Química.
com Reuters

segunda-feira, 8 de março de 2010

Quatro em cada cinco pessoas consideram o acesso à internet um direito fundamental

Quatro em cada cinco pessoas consideram o acesso à internet um direito fundamental

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Na era digital, o quão essencial é poder acessar a internet na sua opinião?
Uma pesquisa feita pelo BBC World Service com 27 mil pessoas de 26 países indica que isso é cada vez mais importante para a maioria das pessoa. Quatro em cada cinco adultos responderam que consideram o acesso à internet um direito fundamental. Os países onde essa crença é mais forte foram a Coréia da Sul e, acreditem, a China.
Além disso, mais da metade dos participantes de todo o mundo acreditam que a internet não deve ser regulada por nenhuma entidade governamental. Do total, 78% consideram a rede mundial de computadores algo que dá mais liberdade, e 90% a consideram um bom lugar para aprender.
Quando questionados sobre suas utilidades, 50% dos participantes consideram a internet boa para achar informações, 30% valorizam sua capacidade de interagir e comunicar com outras pessoas, e 12% dizem ser uma boa fonte de entretenimento.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Hypermarcas está perto de comprar a Fraldas Sapeka

No ano passado, em menos de um mês, a Hypermarcas comprou a Pompom e a marca Hydrogen, de cosméticos para crianças, que pertencia ao Grupo Silvio Santos

Por Agência Estado
São Paulo – A máquina de fazer compras que se tornou a Hypermarcas já voltou a operar em 2010. A companhia do empresário João Alves de Queiroz Filho está perto de finalizar a aquisição, por cerca de R$ 400 milhões, da fabricante de fraldas Sapeka, com sede em Aparecida de Goiânia (GO) e líder de vendas nas regiões Norte e Nordeste. Em outubro do ano passado, a Hypermarcas já havia adquirido a Pompom - a quinta mais vendida do Brasil no segmento infantil. Com as duas marcas, a companhia ganha força para concorrer com as multinacionais Kimberly-Clark e Procter & Gamble, fabricantes das fraldas Turma da Mônica e Pampers.

A negociação começou há oito meses. Os sócios do Grupo Sapeka, Victor Alvarenga e Marco Antonio Raimundo, devem receber uma parte em dinheiro e outra em ações da Hypermarcas, como se tornou comum nas aquisições em série feitas pela companhia. Procuradas, as empresas não se pronunciaram.

A trajetória impressionante da Sapeka começou em 1999, com uma fábrica de fundo de quintal operada com máquinas artesanais. Os donos tinham acabado de passar no vestibular. Hoje, o grupo tem 800 funcionários e fatura R$ 200 milhões por ano. Com o foco no consumidor das classes C e D, as fraldas Sapeka são vendidas pela metade do preço das principais concorrentes.

No ano passado, em menos de um mês, a Hypermarcas comprou a Pompom e a marca Hydrogen, de cosméticos para crianças, que pertencia ao Grupo Silvio Santos. A última cartada de Queiroz Filho no ano passado foi a aquisição, por R$ 1,3 bilhão, da Neo Química, fabricante de medicamentos genéricos e similares de Anápolis (GO). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 1 de março de 2010

A Febra da Pós Graduação


Clique nas imagens para poder ler a reportagem na íntegra

Matéria extraída da Revista Veja Sâo Paulo de 3 de março de 2010

 





terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A importância do design

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Atualmente, um fator que oferece grande diferenciação ao consumidor quando ele busca algum produto é o seu design. Isso diz respeito não só ao próprio desenho de produtos mas também à identidade visual de uma empresa. No Brasil, ao menos em cidades interioranas ou onde a lógica de mercado não esteja tão arraigada, a importância desta faceta de uma empresa é, muitas vezes, vista como inócua e apenas complementar.
A frase “O design é a única coisa que diferencia um produto do outro no mercado” é uma das maiores máximas do setor. Ela veio do designer Norio Ohga, atual diretor geral executivo da Sony. Com o crescimento constante não só das grandes, mas também das pequenas, médias e mesmo microempresas, existe muita competitividade, em não poucas das vezes no mesmo setor. Se os serviços de diferentes empresas se aproximam uns do outros, o diferencial para o consumidor estará na marca.
Diego Rodriguez, sócio da empresa norte-americana de design IDEO e professor da Escola de Design da Universidade de Stanford, escreveu na Business Week sobre a importância que o design tem no meio empresarial. O bom design não implica necessariamente em um bom negócio, entretanto, um processo de design bem-estruturado agrega valor a uma marca ou empreendimento.
Rodriguez alerta para que não se trate o design como um substantivo, mas sim como um verbo. Um processo. Segundo o empresário, hoje em dia o design assumiu uma posição excessivamente relacionada ao estilo, um julgamento semiótico e estético dependente de paradigmas em constante movimento.
Em vez disso, o design deve aproximar designers e não-designers na resolução de desafios. Deve ser algo compreensível para ambos os lados. Ainda, o bom design deve se preocupar não só na inovação de estilo, mas também nos processos de fabricação, preço, suporte e atendimento das necessidades das pessoas. Muitos projetos bem-sucedidos em mercado operam e prezam pela simplicidade e funcionalidade. Não é à toa que um designer de produtos, por exemplo, estuda ergonomia.
A relação do design com o bom negócio vem, justamente, da atenção ao que é preciso em conjunção com o atrativo. Um design diferencial e inovador congrega a imagem com funcionalidade e serviço, sem comprometer outras fases do desenvolvimento. Ele otimiza custos, padrões estéticos, identidade visual e é essencial na estratégia de planejamento, produção e marketing.
Rodriguez encerra ao esclarecer que, se você trabalha com a preocupação de atingir grandes parcelas da população, sem deixar de levar em conta fatores sociais e econômicos, e cria, desta forma, alternativas melhores de produtos e serviços, então você é um bom designer. O design ajuda a fortalecer uma marca, é um diferencial, mais uma virtude. Um bom negócio.


Marcus Vinicius Pilleggi é formado em Jornalismo, mas também cursou Desenho Industrial. É nerd convicto e músico amador, gosta de cerveja e bolachas e divide seu tempo livre entre imaginações desconexas e conversas desimportantes